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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019
quinta-feira, 15 de novembro de 2018
super-mãe
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| Aqui com 1 mês... cabia inteirinha (e encolhida) no meu colo 💕 |
O tempo voa. Não há coisa mais cliché do que isto... mas quem disse que os clichés estão errados? Como é que a minha filha bonita já faz amanhã 5 meses? Woww. Assim fazendo um resumito. Até aos 3 meses e meio a Luísa não teve uma única maleita. Zero de nariz entupido, zero tosse, zero febre, zero chatices. Depois disso, fez-se à estrada e marchou para a creche e já teve direito a isso tudo. Mas sem exageros. Ficou 1 semana de molho e tem andado bem. A tosse mantém-me mas ao que percebi é coisa comum. Dizem-me lá da creche que lá para a Primavera a coisa melhora. A característica que melhor representa a minha cahopa é a simpatia. Lá sorrisos e simpatia é coisa que não lhe falta. Raio da miúda derrete-me o coração todos os dias. As noites são tranquilas, as rotinas começam a entrar nos eixos e até já está a dormir sozinha no seu quartinho. Custa-me mais a mim do que ela, claro. Valha-me o HelloBaby para acalmar o stress. É miúda de pouco choro e pouquíssimas birras, felizmente. Sobre o amamentar, foi possível até aos 4 meses mas desde as 4 semanas de vida dela que era conjugado com o suplemento. Não sofri com a amamentação mas 4 meses foi mais do que o bastante. A minha vida melhorou significativamente desde que deixei de amamentar, confesso. Se adorei estar grávida? Claro que não. Não tive stress nenhum durante a gravidez mas mesmo assim é muito limitativo. Como já aqui disse, se isto da gravidez se despachasse em 3 meses é que era. De facto, os três primeiros meses da Luísa e, acho que dos recém-nascidos em geral, são duros. Sai-nos literalmente do corpo. São horas e horas a fio em que só temos cabeça, tronco e membros para o bebé e isso esgota qualquer um. E claro, nem imagino como será com os recém-nascidos que têm alguns problemas. Nisso tive sorte. Mas também acho que as hormonas ajudam muito. Ajudam a aguentar a privação do sono, o cansaço nas costas, as dores de cabeça sem fim, etc. Ao contrário dos pais que não têm esta ajuda das hormonas. As mães têm que ser mais sensíveis neste aspecto. Divisão de tarefas, claro que sim... mas eles, os pais, não passaram pelo mesmo processo do que elas, as mães. Por alguma razão nós temos 40 semanas para nos prepararmos para o que aí vem. É natural e normal que para nós seja um pouquinho mais fácil. Eu sinto isso na pele. No geral e com calma, a minha vida tem começado a regressar ao normal. Claro que a minha agenda profissional é hoje mais restrita e parei de achar que sou a super-mulher que chego a todo o lado. Não chego. Nem quero. Mas sou, com certeza, uma super-mulher. Sou uma super-mãe. E adoro ser mãe. 😍
quarta-feira, 4 de julho de 2018
bem-vinda luísa

A nossa filha chegou no passado dia 16 Junho à tarde. Quase quase no limite das 40 semanas, quando eu achava que íamos começar a indução para parto normal, eis que o médico me avisa que a posição do colo do útero não ía deixar ser parto normal nem naquele dia nem daí a tantos outros. "Vamos para cesariana, Cláudia." Pumbas... estômago apertado mas de imediato "Vamos embora!". O marido tinha aproveitado para sair durante 15 minutos para almoçar e voltar para perto de mim, onde aliás, esteve o tempo todo. Foi nesses 15 minutos que o meu médico me anunciou o que iríamos fazer. Liguei ao marido e avisei que ía começar a rambóia. Dali segui para o bloco de partos, prepararam-me... fizeram-me esperar 30 minutos até à epidural (tinha bebido um Compal de Maçã à bruta há menos de 15 minutos e o anestesista quis esperar). Depois da espera, a pica nas costas, pernas dormentes e começou a maluquice. Puxa, repuxa e em menos de nada um corpinho virado de cabeça para baixo a chorar desalmadamente aparece no meu campo de visão direito. Era a minha filha. Caramba... como é que aquilo tudo estava aqui arrumado? E atenção, eram três quilos de gente com 47 cm mas mesmo assim pareceu-me enorme. O marido sempre ao meu lado, com os olhos absolutamente vidrados na miúda. De dentro da minha barriga até voltar para mim, esteve sempre debaixo do olho do pai. Estava tudo bem. Eu e ela passámos a ser 2 pessoas... separámo-nos da melhor maneira possível. Ela com saúde e eu, ainda que toda partida, estava bem. Estava lúcida (tenho sempre medo que as anestesias me levem a massa cinzenta!). Seguiram-se os 3 dias habituais de hospital e logo logo chegámos a nossa casa. Desde então temos vivido cada minuto com uma felicidade imensa, mesmo nas 18 noites em que não durmo mais de 3 horas seguidas. Ainda assim... vale tanto a pena. Bem-vinda Luísa, nossa Luísa.
quinta-feira, 12 de abril de 2018
haja energia

Isto de ter tempo tem muito que se lhe diga. Quando criei o blogue - e'ventar - corria o ano de 2007. Nessa altura tinha tempo de sobra. Foi o ano em que acabei o curso e comecei a trabalhar por conta de outrem. Passaram 11 anos e tanta coisa já aconteceu. Uma delas foi há 3 anos e tal ter criado o meu próprio negócio. E, acreditem, quando isso acontece... o tempo vai-se todo. Por uma boa razão, claro. De nada me queixo. Sou infinitamente feliz desde que resolvi mudar o rumo. Durante 6 meses no ano acumulo funções e trabalho para o Estado, dando aulas numa faculdade. Algo que curto mesmo muito e sei que gostava de o fazer até ser velhinha. Mas o tempo vai-se. Vai-se em dois tempos. Quando dou conta já são seis ou sete da tarde de quinta-feira e ainda há bocado eram só onze e meia de segunda. Não tarda chega-me a miúda e, sei bem que se trabalhasse por contra de outrem, usava os 6 meses inteirinhos a que todos temos direito quando somos pais... mas esquece. Impossível afastar-me 6 dias, quanto mais 6 meses. Se vou trabalhar como sempre trabalhei, trabalho e trabalharei? Não. Pelo menos enquanto fisicamente me for difícil tenho que abrandar... mas já com o ritmo de sempre no horizonte. Não sou stressada e não ando sempre a mil à hora mas desligar-me e usufruir da maternidade a 100% é algo que, para quem tem negócios próprios, gosta do que faz e adora a sua individualidade, é humanamente impossível. E ainda bem. Eu sou dessas.
sexta-feira, 17 de março de 2017
foi +/- o que eu fiz
Tem dias em que é mais de dream do que outros. Mas na maior parte do dias sou uma apaixonada pelo que faço - tanto na produção de eventos como no ensino universitário. Mas agora... que venha o fim-de-semana. ♥
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
34
| Halong Bay - Vietnam (foto do meu Alex) |
16 de Dezembro de 1982. Às 10h10. Cheguei em boa hora, dizem-me! Estive aqui a reler o que escrevi nos anos anteriores e reparo que nos 33 não escrevi nada. E nos 32 foi assim uma coisinha só para dizer que sim. Que ruim. Bom, hoje é dia de completar 34. Felizmente, continuo mais perto dos trintas do que dos quarentas. Caneco... eu escrevi quarentas?! Naaa... De facto, estes meus 2 últimos anos têm sido um lufa-lufa que só eu sei. Há várias coisas que mudaram desde os 25 mas quero realçar as 3 coisas mais marcantes. A primeira é que mudei o estado civil de "solteira" para "casada". Pode parecer meio parvo porque, à partida, não muda nada em relação ao estado anterior mas a verdade é que muda. A segunda é que nestes últimos dois anos montei a minha própria empresa de produção de eventos. Acumulando sempre com as aulas na universidade que me entusiasmam sempre muito. E a terceira é que sou tia. O meu irmão é pai e eu sou tia e isso traz-me uma felicidade sem tamanho. Sei que tenho dado saltos de gigante e, apesar de às vezes recear que sejam maiores do que a perna, tenho arriscado aquilo que julgo ser adequado. É verdade que o maridão é a peça chave de muito disto. É o meu trapézio com rede. Quando alguém nos dá apoio, vem de dentro uma força sem tamanho. De maneiras que é assim que estamos, tranquilas, felizes e cheias de projetos. Tenho montes de coisas para fazer... felizmente. Saúde, sorte e sucesso. That's all folks!
segunda-feira, 28 de março de 2016
appacdm de lisboa » 0,5 % IRS
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| APPACDM de Lisboa |
Quando entregarem o vosso IRS, lembrem-se de serem solidários. Caso não defendam nenhuma causa, convido-vos a apoiar a APPACDM de Lisboa. É uma associação a que estou diretamente ligada e que tudo farei para ajudar. NIF 504 646 788. Ajudem também, se puderem.
Também é possível ajudar diretamente através do IBAN PT50 0010 0000 12745970001 32.
APPACDM - Associação Portuguesa dos Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
os frutos da minha árvore

Infelizmente, já me morreram alguns familiares. Sempre que um se vai penso... caiu um de nós. Eu sinto como se a família fosse uma árvore cheia de frutos que, de quando em vez, vão caindo no chão e apodrecem, desaparecem. Esta minha árvore tem muitos ramos e é normal que custe mais quando os frutos que caem estão no mesmo ramo do que eu. Mas quando os que caem são do ramo ao lado, dói à mesma. Dói porque a árvore é a mesma. Ontem um dos frutos caiu. Não era do meu ramo mas era da minha árvore. E no caso deste fruto em particular fui eu que, em tempos, entreguei o anel que os uniu ao mesmo ramo até ontem.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
sim... até sermos velhinhos

Quando tudo entre nós começou e, por mil e uma razões, sabíamos que não seria fácil, nem tão-pouco de um dia para o outro. Quando percebemos que o queríamos era estar um com o outro, olhámo-nos daquela nossa maneira, entrelaçámos as mãos com força, enchemos o peito de ar [e amor] e seguimos em frente. Um passo de cada vez, com calma e sempre com esta amizade imensa que temos um pelo outro. A saber cuidar. Temos momentos felizes e infelizes. Choramos mas também nos rimos a duplicar, a triplicar, a multiplicar. Contigo tenho [re]aprendido quase tudo o que sei. Parece estranho sentir isto porque estás na minha vida há tão pouco tempo, mas a verdade é que nos meus valores, nos meus pensamentos, nas minhas qualidades e nos meus defeitos, tu já estás como que entranhado em cada um deles. És parte de mim, no sentido mais profundo do significado destas palavras. É por isso que sim, é contigo que quero ficar até sermos velhinhos.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
às pessoas dos convívios
Recebi este texto que me tocou e por isso partilho aqui, com todos aqueles que partilham da minha profissão e para todos aqueles que usufruem dela.
"Uma dedicatória aos Organizadores de Eventos"
1 – Para vocês que têm que gerir dezenas de parceiros, que chegam antes de todos e saem depois das desmontagens;
2 – Para vocês que nos locais mais belos, vivem dentro de uma sala, sem ter oportunidade de olhar lá para fora;
3 – Para vocês que tratam dos pedidos mais peculiares, que ocorrem minuto a minuto e que fazem do telefone uma terceira orelha;
4 – Para vocês que ligam para casa para falar um minuto com a família, num intervalo breve que depressa é interrompido;
5 – Para vocês que procuram soluções, em que os imprevistos são a única coisa que têm certa durante o evento;
6 – Para vocês que movem montanhas para resolver um problema que para outros seria intransponível;
7 – Para vocês que tratam as gastrites por tu, e cujas refeições são coffee breaks e jantares de plástico a altas horas;
8 – Para vocês que têm uma energia inimaginável, depois de semanas e meses a fio a carburar em "n" projetos diferentes;
9 – Para vocês que no final do dia ainda conseguem esboçar um sorriso;
10 – Para vocês que fazem o cliente brilhar;
Vocês são “o evento”, os maestros que colocam todos a mexer, as luzes e som que acompanham os grandes momentos, os elementos por detrás das grandes produções, os que causam os aplausos, os que proporcionam as experiências, os que não são lembrados mas tornam alguns momentos inesquecíveis.
Para vocês são estas palavras.
Obrigada Nuno (Asserbiz) pelas boas palavras.
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
não somos ilhas
Nunca fui miúda mimada. Não tenho perfil para grandes mimos. Talvez porque não aparento ser frágil. Talvez seja por isso que nunca fui mimada. Nem pelos meus pais nem pelos meus namorados. Também nunca fui de pedinchar mimos. Não tenho jeito. Não me lembro de alguma vez na minha vida alguém me ter enchido de beijinhos. Daqueles fofinhos de quem deseja desesperadamente te engolir. Talvez porque eu não sou fofinha. Nem fofinha nem doce. Também não me lembro de alguma vez ter escorregado pela parede até ficar sentada desgovernada no chão, sentada à espera que alguém me passasse a mão no cabelo e me encostasse a cabeça ao ombro. Comecei a viver sozinha muito cedo e talvez por isso tenha ficado menos propensa a ser alvo de mimos. Se sou mais forte do que aqueles que são mimados? Não, nem pensar. Sou mais isolada no que toca a tristezas. Detesto queixar-me ou dizer a alguém que não estou bem. Talvez por isso não me deixe abater pela tristeza. Tenho que ter a plena disponibilidade para cuidar de mim.
[texto antigo mas sempre atual]
mano cas

Em julho deste ano o meu irmão casou-se. Este nosso abraço mostra o ar feliz com que eu estava e o amor incondicional que temos um pelo outro. Que sejam sempre felizes S&R! ♥
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
do you...?

Voltemos ao tema dos trabalhadores que o fazem a partir de casa. Somos cada vez mais e eu fico muito feliz por isso. Tenho amigos muito próximos que trabalham assim. Trabalhamos com o mesmo afinco. Ganhamos o nosso dinheiro. Continuamos independentes e dependemos apenas e só de nós próprios. Mas há um detalhe menos bom [muitos até] que temos em comum... somos rodeados por pessoas que acham que, lá por trabalharmos em casa, temos tempo para fazer tudo aquilo que, quem trabalha fora de casa, não tem tempo. Pior, somos muitas vezes encarados como "gente que não quer fazer nenhum", "malta desocupada", e mais uma data de estupidezes. A gestão do tempo de quem não tem um horário a cumprir nem um sítio para se apresentar aos chefes, faz de nós, trabalhadores por conta própria, pessoas muito mais planeadas e rigorosas nas tarefas diárias. Se alguns de nós têm tempo para atividades lúdicas [nas quais eu me incluo], é apenas um sinal evidente da boa gestão do tempo e das responsabilidades.
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
prioridades
A mãe dele disse em tom elogioso:
– Desde que este rapaz foi pai nunca mais viu outra coisa à frente que não os filhos.
– Desde que este rapaz foi pai nunca mais viu outra coisa à frente que não os filhos.
Não respondi logo. Fiquei a pensar. E só depois disse muito baixinho:
– Espero que não.
– Espero que não.
Todos ouviram.
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
estou de volta

5 meses passados e aqui estou eu. De volta! Não ao de sempre mas a uma nova versão. Ao [re]e'ventar. Que nome mais parvo, dirão vocês. Eh pá, pois é, mas a mim faz-me sentido. Tenho uma série de textos para recuperar que vou partilhar por aqui nos próximos dias. Voltei a querer escrever e, por isso, recuperei todo o blogue anterior mas temos uma nova morada. Aos que me [re]descobrirem, sejam [re]bem-vindos. :)
quinta-feira, 28 de maio de 2015
fomos felizes, fechamos hoje

À beira de completar 8 anos de vida, chega hoje ao fim este meu espaço que alimentei quase diariamente. Obrigada a todos os que me visitaram e que de alguma forma foram partilhando comigo as vossas opiniões e ideias. Por enquanto ainda será possível consultá-lo, porém conto eliminá-lo definitivamente ao longo dos próximos 2 meses, tempo que julgo necessário para fazer o backup de tudo o que aqui escrevi. Se alguém souber como guardar todo o conteúdo de forma rápida e segura, serei muito agradecida. Chegam também ao fim as contas no Instagram e no Facebook. Obrigada a todos.
terça-feira, 5 de maio de 2015
aprender em estado líquido
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| _eventar_ |
Se há coisa que eu goste neste vida é de aprender. Sempre disse que era mesmo boa era para aprender e não para ensinar. Felizmente, a vida mostrou-me no momento certo que o jeito para ensinar também se aprende. E a ensinar aprende-se tanto... Mas hoje é dia de voltar a sentar-me numa cadeira para aprender. Não, não me meti numa pós-graduação, nem num mestrado, nem num doutoramento nem nessas andanças escolares. Hoje a minha escola é outra. É a escola da Água. E eu estou entusiasmada com'ó caraças.
terça-feira, 28 de abril de 2015
a solo é possível

A barriga apertou. O corpo transpirou por todos os poros. As [poucas] horas de sono foram inquietas. Ainda assim a cabeça andou focada e a pele aparentemente serena. Foi uma semana de trabalho árduo mas com um gostinho especial. O primeiro [de muitos] a solo. Estou feliz! Afinal é possível.
quarta-feira, 15 de abril de 2015
variações de humor

«(...) algures, não perguntem quando nem porquê, achei que ser adulto e responsável passava pela capacidade de não cedermos a grandes variações de humor. alguma coisa parecida com um porto de abrigo de águas calmas e constantes.(...)» dias de uma princesa
Num texto que vale muito a pena ler na íntegra, a Catarina escreve as linhas que transcrevi acima. Tenho pensado muito neste estado de espírito. O do controlo das emoções. Começo a ter uma idade [32] em que talvez fosse melhor, para mim e para os outros, aprender a controlar as minhas emoções visíveis. A não ter grandes variações de humor. Com isso talvez me torne menos espontânea, sim certamente. A espontaneidade é talvez uma coisa de adolescentes e não de adultos.
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